”Pesquisa indica tendência de maior valorização dos empreendimentos nos próximos anos. Baixas taxas de juros e financiamentos facilitados sinalizam que é o momento ideal para investir em imóveis”

Fonte: Assessoria de imprensa Ademi Goiás.

O mercado imobiliário em Goiânia e em Aparecida de Goiânia encerra 2019 como o terceiro ano consecutivo de aumento nas vendas, movimento que consolida a recuperação do setor. O crescimento total foi de mais de 60% em 3 anos (de 4209 unidades em 2016 para 6788 unidades em 2019). Os dados são da pesquisa trimestral do setor divulgada dia 18 deste mês pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO).

O resultado positivo e comemorado pelo segmento se deve a uma conjunção de fatores, sendo os principais o aumento da confiança do consumidor em função do crescimento da economia e geração de empregos; e o crédito abundante diante das baixas taxas de juros. “O mercado imobiliário nacional se aqueceu bastante no ano de 2019. Para se ter ideia, o mercado de São Paulo vendeu, no ano passado, um número próximo ao que comercializou no pico do boom imobiliário”, afirma Fábio Tadeu Araújo, sócio dirigente da Brain – Bureau de Inteligência Corporativa, responsável pela pesquisa.

Neste melhor cenário, as vendas de imóveis cresceram 9% em 2019 em comparação a 2018. Foram R$ 2,5 bilhões em vendas frente a R$ 2,3 bilhões em 2018. No ano passado, as vendas líquidas aumentaram 4,5% (+ 292 unidades) e o número de empreendimentos lançados expandiu 40% (+ 12 empreendimentos). Em número de unidades lançadas, 2019 contabiliza 6.212, índice 21% maior do que obtido no ano de 2018, com 5.129 unidades. Mesmo diante desse crescimento no número de lançamentos, a oferta diminuiu 5% no ano passado em relação ao anterior, de 9.925 unidades no final de 2018 para 9.381 no final de 2019.

 “Em 2019, a taxa Selic alcançou o menor patamar da sua história e o crédito imobiliário acompanhou essa tendência, chegando também ao menor patamar da história do país. O mercado imobiliário de 2020 virá com força total”, ressalta o vice-presidente da Ademi-GO, Fernando Razuk. “Esse cenário confirma como o mercado está mais aquecido. Está vendendo mais do que se lança, criando um ambiente favorável para uma maior valorização dos imóveis e redução dos estoques”, complementa o presidente Roberto Elias.

Em termos de estoques, o quarto trimestre de 2019 contabilizou 9.381 unidades, queda de 3% em comparação ao mesmo período ao ano anterior (9.925).

Distrato – A quantidade de distratos realizados em 2019 também foi menor que 2018, passando de 2.023 para 1.282 no ano passado, uma queda de 37%.

Valorização

Os imóveis continuaram a se valorizar. A valorização média dos imóveis foi de 5% ao ano nos últimos 5 anos. “Foram anos difíceis para o mercado imobiliário goiano e, ainda assim, eles se valorizaram ao passar dos anos, o que demonstra como ainda vale a pena investir em imóveis”, frisa Roberto Elias.

A Ademi-GO estima que o aumento dos preços deve se intensificar nos próximos anos. A aposta é de que os empreendimentos devam se valorizar no mínimo 10% ao ano devido aos juros de financiamento imobiliários estarem no menor patamar da história do país. “Com a queda na taxa de juros, diminui o valor da parcela e, consequentemente, aumenta a demanda, pois mais pessoas passam a ter condições de comprar. Com oferta baixa e demanda alta, a alta no preço dos imóveis ocorrerá naturalmente”, observa o presidente da entidade. “Os clientes não terão dificuldade de financiar imóveis nesse momento, pois o crédito imobiliário está abundante. Vale a pena aproveitar a oportunidade de taxa de juros baixa e fazer a aquisição”, complementa Fábio, da Brain.

“Não faltam motivos para acreditar que o atual momento é o melhor para se investir em imóveis. O dinheiro no banco está rendendo pouco, os juros de financiamentos imobiliários estão baratos e os imóveis vão se valorizar nos próximos anos”, observa Razuk.  “Este é o momento ideal. Aproveitar que os preços ainda não subiram e ganhar com o novo ciclo de valorização que está se iniciando”, conclui.